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August 27 Livros infantis liberais causam polêmica na Suéciafoto: BBC Brasil/Reprodução Duas editoras de livros infantis estão provocando um debate na Suécia com uma série de novas publicações que desafiam os conceitos tradicionais de família e os papéis normalmente atribuídos a meninos e meninas. Nos livros, meninos usam sandálias cor-de-rosa, meninas querem ser bombeiros e cientistas quando crescerem, e papai não é necessariamente quem sai para trabalhar enquanto a mamãe fica em casa cuidando do jantar.
“Nosso objetivo é dar às crianças a liberdade de criar sua própria identidade, sem padrões pré-concebidos e sem preconceitos de sexo, raça e sexualidade”, disse à BBC Brasil a escritora Karin Salmson, co-fundadora da editora Vilda. Nestas novas coleções infantis, as crianças também podem ter dois pais ou duas mães - casais do mesmo sexo aparecem em vários livros -, ou ser filhos de mães solteiras. “Famílias com pais gays, mães solteiras e crianças adotadas também são famílias normais. Temos várias assim na Suécia, mas esta realidade não está refletida nos livros infantis. Mostrá-las em histórias nas quais o enredo não é simplesmente sobre famílias gays ou mães solteiras demonstra que essas famílias existem, que são normais e que precisam ser aceitas”, enfatiza Karin Salmson, que acaba de lançar uma coleção de seis livros infantis. Sapatos cor-de-rosa No livro Magic, Cilla&Baby, de Eva Lundgren, o menino Kasper é ruim de bola e o garoto Olle gosta de maquiagem, enquanto a menina Inger é famosa por seus gols de placa no hóquei e a amiga Ellinor passa os dias tocando guitarra elétrica. Em Sandaler (Sandálias), o personagem Imannuel é um menino que adora seus sapatos cor-de-rosa. “Queremos quebrar as regras rígidas que determinam o que um menino e uma menina devem ser ou fazer, e ampliar os horizontes da criança”, acrescenta a co-fundadora da editora Vilda, que é casada e tem três filhos. A Vilda e outra editora menor, chamada Olika, foram lançadas no ano passado com a meta declarada de promover os valores liberais da Suécia entre a nova geração. A filosofia das editoras reflete em grande parte as atitudes na Suécia, considerado um dos países mais avançados e liberais em questões de igualdade sexual e direitos de minorias. Mas alguns críticos estão questionando os métodos adotados pela Vilda e a Olika. Um dos ilustradores da Olika, Per Gustavsson, criticou publicamente a solicitação da editora para mudar a cor da camiseta de uma menina, que na ilustração original era cor-de-rosa. Valor literário No jornal Svenska Dagbladet, a crítica literária Lena Kåreland reconheceu que as novas coleções infantis estão despertando interesse, e que livros que questionam os papéis atribuídos aos sexos exercem uma função importante Mas ela adverte que a ânsia de fazer livros “politicamente corretos” não deve comprometer a qualidade literária. “Simplesmente trocar os papéis e colocar os homens atrás do fogão e mulheres ao volante do carro não significa alcançar mudançaas profundas. O risco de contar uma história de caráter moralizante é grande”, enfatizou Lena em sua coluna no jornal. A crítica literária do jornal Dagens Nyheter Dfoi mais ácida: “Para estas editoras, os seus valores são sua prioridade principal, e na minha opinião esta é simplesmente uma abordagem errada para fazer bons livros infantis”, disse Lotta Olsson. “Se o objetivo de uma história infantil é promover uma idéia e alterar as atitudes e o comportamento das crianças, os lados artístico e literário do livro tendem a sofrer”, acrescentou ela. Para Karin Salmson e a co-fundadora da editora Olika, Marie Tomicic, as críticas demonstram um ”elitismo cultural” que não reflete a ampla aceitação que os livros estão obtendo entre os pais. “Os críticos falam de qualidade literária como se qualidade fosse algo estático. Mas a qualidade pode ser alcançada de diversas maneiras. Queremos mostrar às crianças que o mundo pode ser muito maior do que elas pensavam”, diz Karin Salmson. Fonte: BBC Brasil August 25 SinceridadeMesmo sentindo que você não vê mais graça em estar por perto, continuo te amando.
Continuo sentindo sua falta ao acordar nas manhãs de segunda-feira, e perceber que você não está ao meu lado.
Mesmo que eu me sinta como uma obrigação pra você, eu teimo em continuar te amando.
Continuo a rotina tentando juntar pedaços e demonstrar confiança.
Não me lembro da última vez que tenha ouvido um "eu te amo" sincero e espontâneo, sem hora marcada pra acontecer.
Mesmo assim eu continuo te amando.
Quero acreditar que a rotina é a culpada.
Tentei mudar as coisas.
Tentei estar alegre e te ver menos. Liberdade aproxima as pessoas, pensei.
Quero acreditar que tudo é uma questão de ponto de vista
E que a minha visão anda deturpada.
Não estou bem ultimamente, sabe.
Ando chorando pelos cantos. Nervos à flor da pele.
Não sei o que vai ser do futuro...algumas escolhas pesam.
Eu só queria companhia, apoio.
Já tentei demonstrar meus sentimentos. Já disse que estou triste, cansado. Mas ninguém escuta.
Deve ser isso. Minha tristeza está distorcendo as coisas...........................?
Eu só quero ser feliz, e acredito que posso ser com você.
Mas se as minhas impressões iniciais estiverem certas, não hesite.
No sofrimento as pessoas crescem, é o que dizem.
Então, se você tiver que ir, saberei entender.
Mas se for ficar, quero você por inteiro.
Continuo te amando.
August 20 Papomix - Câmara aprova lei de adoção, mas homossexuais ficam de foraEntra no ar essa semana, a minha coluna quinzenal sobre os direitos dos homossexuais, no Papomix, um site com matérias bem interessantes para o público GLS. Pra começar, estou tratando de um tema polêmico: nessa quarta-feira, dia 20, foi aprovado na Câmara um projeto de lei que altera as regras para adoção de crianças e adolescentes, mas a parte que dizia respeito à adoção por gays foi retirada do projeto. Não deixem de visitar o site e deixar sua opinião na enquete a respeito do tema.
Então, fica a dica:http://www.papomix.com. Quinzenalmente vocês podem conferir meus textos por lá!
August 12 10 VERDADES sobre a homossexualidade
A Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (CADS) da Prefeitura de São Paulo publicou nesta terça-feira, dia 12, dez itens sobre a homossexualidade e como ela é vista no Brasil. O objetivo da publicação é desmistificar a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo e quebrar tabus que ainda permanecem em torno da sexualidade. O texto é de Luiz Mott, presidente do Grupo Gay da Bahia.
1] Ser homossexual não é crime. Nenhuma lei no Brasil condena a prática da homossexualidade. Crime é discriminar gays, lésbicas e travestis. É legal ser homossexual.
2] Homossexualidade não é doença. Todas as Ciências garantem: é normal ser homossexual. Querer "curar" o homossexual é ignorância.
3] Homossexualidade não é pecado. Os gays e lésbicas também se amam e foram criados por Deus. Jesus nunca condenou os homossexuais.
4] A homossexualidade sempre existiu. O amor homossexual é tão antigo quanto a própria humanidade - e nunca vai acabar.
5] Todos os povos praticam o homoerotismo. Em muitas tribos indígenas e africanas os sacerdotes e as próprias divindades são homossexuais.
6] A homossexualidade é natural, e inúmeras espécies animais praticam a homossexualidade. Os gays não ameaçam a extinção da espécie humana.
7] A causa da homossexualidade é um mistério. Nada distingue o físico e a mente do gay dos demais cidadãos. Todos somos seres humanos.
8] A Constituição Federal proíbe qualquer forma de discriminação. O preconceito contra lésbicas, gays e travestis é um tipo de racismo. Denuncie a discriminação homofóbica.
9] A Aids não é doença gay. A Aids se transmite através do sangue, esperma e secreção vaginal. Só pratique sexo sem risco, e com camisinha sempre.
10] Conheça algumas celebridades que praticaram o homoerotismo ou foram travestis: Platão, Safo, Santo Agostinho, Leonardo da Vinci, Joana Darc, Shakespeare, Miguel Ângelo, Mazaropi, Mário de Andrade, Santos Dumont, Imperatriz Leopoldina, Maria Quitéria, Gilberto Freyre, Martina Navratilova, Marina Lima, Elton John, Renato Russo, Angela Rorô, entre outros.
(fonte: MixBrasil) August 01 Toda vida tem um sentido... ?Ontem, esperando minha irmã e meu pai terminarem de trocar de roupa para sairmos de casa, ouvi uma voz feminina que me fez pensar. As palavras vieram da televisão da minha irmã, e eu quase não podia entender direito porque estava em outro cômodo; mas apurei bem os ouvidos, prendi a respiração pra não fazer barulho (olha o exagero!) e pude escutar mais ou menos o seguinte:
"Todo mundo nasce com uma promessa: a da morte. E enquanto a morte não chega, vivemos esperando que alguma coisa fenomenal dê sentido às nossas vidas. Alguns encontram esse sentido criando uma família bem grande; outros preferem a solidão e a dedicação ao trabalho ou aos estudos.
Seja como for, todos ficam na expectativa de que um acontecimento qualquer leve pra longe a monotomia de uma vida aparentemente inútil. E o mais triste nisso tudo, é que a vida de algumas pessoas jamais terão significado algum: elas serão sempre coadjuvantes silenciosas, esperando serem resgatadas do marasmo, até que a promessa da morte se cumpra".
Será a realidade nua e crua como sugerem as palavras acima? Não sei ao certo...pensar nisso me dá arrepios...parece que alguém está sentado lá em cima, rindo da imbecilidade humana, brincando com fantoches cheios de ilusões. Não sou ateu, muito menos pretendo colocar em cheque a existência de uma foraça divina. Mas que às vezes dá um pavor imenso da nossa condição humana, ah...isso dá!
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